— Idiota.
— Você só sabe me xingar, cansa não?
— Não (risos)
— Retardada.
— Ei!
— Que foi?
— Quem te deu o direito de me xingar?
— Ué, você me xinga o tempo todo.
— Eu posso, é diferente.
— Pode desde quando?
— Desde o momento em que eu comecei a amar você.
— E o que isso tem haver?
— Nunca ouviu dizer que quem ama xinga?
— Claro que sim, então deixa eu xingar você também?
— Só com uma condição.
— Qual?
— Toda a vez que você me xingar, você me dá um beijo depois.
— Você só sabe me xingar, cansa não?
— Não (risos)
— Retardada.
— Ei!
— Que foi?
— Quem te deu o direito de me xingar?
— Ué, você me xinga o tempo todo.
— Eu posso, é diferente.
— Pode desde quando?
— Desde o momento em que eu comecei a amar você.
— E o que isso tem haver?
— Nunca ouviu dizer que quem ama xinga?
— Claro que sim, então deixa eu xingar você também?
— Só com uma condição.
— Qual?
— Toda a vez que você me xingar, você me dá um beijo depois.
— Luana Souza (versos-e-vodka)
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